Assistindo Chapecoense e Atlético Nacional de Medellín no primeiro jogo da decisão da Recopa Sul-Americana não tive como não me emocionar outra vez. Justificada a homenagem às vítimas do acidente aéreo em novembro do ano passado. Agora, é perceptível também que os jogadores da Chape acabam sendo tocados por um abatimento. Não sei se a homenagem não deveria vir apenas no final do jogo. Ocorre que não tem como não haver um envolvimento emocional diante de todas as homenagens. Repito, merecidas, no entanto, penso que atrapalham o time em campo. Ontem, apesar da vitória dos catarinenses por 2 a 1, nos primeiros 15 minutos era nítido o abatimento dos atletas da casa. Demoraram muito para entrar no jogo. P.S.: Não é uma crítica, apenas uma constatação.
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